Setor ofensivo perde força, e São Bernardo FC sofre queda precoce no Paulista
- A goleada por 4 a 0 sobre o Capivariano na estreia do Paulistão foi um início promissor para o São Bernardo FC. Mas, na sequência do torneio, o ataque do Tigre teve seu pior desempenho desde o retorno para a elite do futebol paulista, ajudando na queda precoce da equipe na atual edição do estadual.
- Foram apenas mais quatro gols nos sete jogos restantes. Se no total da campanha o São Bernardo FC ficou com uma média de 1 gol por jogo, considerando-se apenas os sete seguintes à goleada da estreia, a média caiu para 0,57.
- Nos três anos anteriores, o ataque do Tigre teve médias superiores a 1 gol por partida. Apenas em 2022 o clube teve desempenho negativo, com 0,77 de média. Até mesmo na campanha de acesso na Série C em 2025 o ataque, mesmo sem muita força, foi melhor: 0,92 de média.
REFORÇOS POUCO PRESENTES
- Curiosamente, o ataque foi o setor que recebeu o maior número de reforços no pacote anunciado no início do ano. Mas, dos cinco atletas que chegaram, apenas Pedro Vitor teve participação mais regular, estando presente em todos os jogos.
- O atacante começou no banco, mas entrou no segundo tempo nas três primeiras partidas do Paulistão. Nas outras cinco, Pedro Vitor foi titular, mas foi substituído em todas, sempre antes 25 minutos da etapa final. Mesmo assim, é um dos artilheiros do time com dois gols.
- Outro com mais participação nos jogos é Pedrinho. O ex-jogador de Santos e São Paulo entrou no segundo tempo em quatro jogos. Em outras três partidas, começou como titular, mas foi substituído jogando, no máximo, também até os 25 minutos. Pedrinho ainda não marcou com a camisa do Tigre.
- Já Fabrício Daniel e Neto Costa, relacionados para os jogos desde o início do estadual, foram menos utilizados. Principalmente o segundo, que entrou apenas contra Noroeste e RB Bragantino. Fabrício Daniel participou de quatro jogos, sendo titular apenas contra a Ponte Preta – saiu aos 16min da etapa final. Nos últimos três jogos, ficou apenas no banco de reservas.
- Por fim, Pablo Dyego foi o último a ser utilizado pelo técnico Ricardo Catalá. O atacante de 31 anos ficou fora dos cinco primeiros jogos, foi relacionado para o sexto, mas só teve chance de ir a campo nos dois últimos, derrotas para Novorizontino e Corinthians. Além de Pedro Vitor, nenhum dos outros quatro reforços para o ataque conseguiram marcar até aqui.










